Ecossistema Scriba Stellarum

Ecossistema Scriba Stellarum
Ecossistema Literário Scriba Stellarum
Informativos • Scriba Stellarum

ECOSSISTEMA LITERÁRIO SCRIBA STELLARUM

Olá, comunidade literária.

O Scriba Stellarum foi idealizado com estrutura para ser uma ferramenta de labor existencial, tanto para quem o contempla como obra quanto para quem o opera como ferramenta transcendental. Há um plano de fundo nessa idealização: bem-estar, qualidade de vida e saúde mental, pelo viés do lúdico, da educação e do entretenimento. De um modo geral, ele foi feito para atuar na contemplação da singularidade humana como algo que não exige perfeição, mas pulsa por preenchimento. Nessa estrutura, há uma reflexão retórica essencial, uma reflexão dinâmica que se almeja fazer presente no começo, meio e fim de cada jornada: a natureza das coisas e como elas estão dispostas.

De maneira simplista e superficial, poderia descrever a idealização do Scriba Stellarum como uma ferramenta para a felicidade e, por que não, até mesmo como algo que toca o Sagrado. Entretanto, no senso comum, a felicidade parece ter se tornado algo letárgico e entorpecedor que sequer gera satisfação, pois ela parece estar sempre fora do ponto onde estamos ou nos colocamos. Algo similar parece ocorrer com o Sagrado, que no âmbito da religião mais está como uma auditoria e expiação do que como algo realmente sagrado. E fora das cercas da religião, parece que o sagrado se inclina fortemente para uma ferramenta usada predominantemente para justificar um “esforço para ser esforçado”, que por sua vez torna suportável o insucesso frente à singularidade humana, perpetuando-o.

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Diante de falácias que geram letargia e rumando para a proposta do Scriba Stellarum, ninguém pode percorrer o caminho do outro em seu lugar; ao fazer isso, no mínimo dois deixam de trilhar seus próprios caminhos. Desse modo, o Scriba Stellarum surge com espaço dinâmico, marcadores e pontos, tornando possível que cada pessoa organize o próprio espaço, o próprio tempo e a sua própria natureza. O resultado disso é algo transcendental, algo que não tem nome além daquilo que a própria natureza da pessoa possa formar e nomear, e essa formação é única: não é satélite, é estrela. Ao se partir para a singularidade, considerando-se a complexidade e o dinamismo inerentes, o Scriba Stellarum parte do que é possível identificar rumo ao desbravamento do autopreenchimento, certo de que algumas clarezas apenas ocorrem ao se estar próximo de alguns marcadores, ou ao atingi-los.

Símbolos

O conceito de símbolo no Scriba Stellarum diz respeito ao significado de algo, numa relação estreita entre significado e significante. De um modo geral, talvez seja mais adequado o uso de uma exemplificação: ao passar por uma estrada e ver uma cruz fincada na beira, a grande maioria das pessoas, ainda que não tenha presenciado acidente, falecimento ou velório naquele lugar, tem formulado em sua mente algo relativo ao luto e, de maneira mais elaborada, estima que ali alguém perdeu a vida.

Os símbolos podem assumir diferentes matizes. Eles ocorrem de maneira trivial por meio de convenções, práticas e da cultura, mas também existem os símbolos primordiais, sedimentados de forma profunda na psique. Inclusive, alguns símbolos surgem de maneira não espontânea, sendo algo muito perceptível no marketing e na publicidade atual, em que um elemento é trabalhado para se tornar símbolo por meio da saturação da exposição. Há, além disso, os símbolos formados de maneira didática ou ritualística, sem qualquer confusão com o viés religioso.

Nesse ponto, faz-se relevante uma aplicação prática e didática no próprio Scriba Stellarum, que se utiliza do símbolo gráfico S∴S∵, composto por duas letras S e pelos tripontos. Essa escolha carrega propositalmente uma dualidade provocativa: de um lado, os dois S podem evocar na mente coletiva, de maneira até inconsciente, a lembrança da organização histórica adversa e perversa; de outro, os tripontos remetem a uma tradição de cunho iniciático e de presença social discreta, porém marcante.

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Ao assumir essa composição, o S∴S∵ opera um verdadeiro trocadilho epistemológico. O que poderia parecer apenas uma repetição de convenções históricas sombrias transforma-se em uma ferramenta erguida na era da informação e da tecnologia. Os dois S demonstram um espelhamento que, junto com os tripontos evocam o princípio hermético de que o que está acima é como o que está abaixo (percebam que um é ascendente e o outro descendente), transmutado aqui para a lógica do espelhamento e do fractal, onde o ser humano é a centelha divina refletida na natureza, erguendo-se como uma reação deliberada ao senso comum. Afinal, por meio desse jogo de contrastes, resta a provocação sagaz: um símbolo engendrado na era da informação e da tecnologia teria hype suficiente para se sustentar em sua singularidade, superando o peso e a sombra de seus componentes históricos?

Ferramentas Transcendentais: Obra & Operações

Por vezes, os conteúdos do S∴S∵ podem mencionar ferramentas transcendentais. É relevante considerar que pode não se tratar necessariamente de algo palpável ou de um aplicativo; por vezes, isso diz respeito a maneiras de se utilizar a atenção, o raciocínio, os sentimentos, as emoções, a cognição, os sentidos, os órgãos sensoriais e a vontade. Um exemplo de ferramenta consciencial é a Assunção de Símbolos & Emulação S∴S∵, que consiste em organizar os sentidos, as emoções e a cognição para se obter um estado específico e, nele, realizar alguma operação transcendental.

Devido à natureza das ferramentas conscienciais, é inviável estabelecer um rol inflexível, pois o sucesso no uso é o que as caracteriza.

Aspectos Afeto-Cognitivos

O que se chama de aspectos afeto-cognitivos, no S∴S∵, é uma ferramenta consciencial operada por meio da conciliação entre afetividade, emoção, cognição e razão. Quando se realiza tal coesão, a consciência opera acima do que seria a simples soma ou sincronia entre esses elementos. Ocorre uma união sinérgica em que cognição e razão organizam e ajustam os afetos e emoções, enquanto estes engendram de vontade a cognição e a razão.

“Felicidade”: Contemplação, Esplendor & Catarse

A felicidade adquiriu condição adversa no imaginário social, pois as atribuições feitas a ela, por vezes, geram confusão em sentimentos e emoções, bem como em aspectos cognitivos, visto que se deseja algo de que não se tem compreensão real, abrindo espaço para desordens afetivas e emocionais. No S∴S∵ há a utilização conceitual e operativa de três estados ou fenômenos conscienciais: contemplação, esplendor e catarse. O arranjo entre esses estados e intensidades mostra-se adequado como trilhas pelas quais se conduz, abrangendo desde a “felicidade” até fenômenos atribuídos ao sobrenatural e à espiritualidade.

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Bem-Estar & Corporeidade

Há um aspecto essencial relacionado ao bem-estar: a corporeidade. Utiliza-se a corporeidade como conceito para o aspecto holístico do ser humano. Ainda que a grande maioria das pessoas não perceba isso de maneira regular, somos seres em que o corpo não age nem reage sem a mente, assim como a mente não age nem reage sem o corpo. Essa unidade, tratada como corporeidade, é essencial para o bem-estar, necessitando estar organizada, fluida e consciente. Inclusive, estima-se que não há bem-estar e plenitude sem que a corporeidade esteja organizada. Até mesmo em casos severos, como em momentos de dor física em que há também um estado de satisfação, os órgãos sensoriais captam informações, e hormônios e neurotransmissores agem a partir delas sobre a significação e a reação que os estímulos gerarão na pessoa.

Em conceitos dicotômicos, dizem que o corpo é o templo da alma/espírito; no S∴S∵, considera-se que a corporeidade é um aspecto extremamente viável para o bem-estar, saúde e qualidade de vida.

Singularidade Humana & Pulsão por Singularidade

Diante de tantas teorias e constatações acerca da razão de viver e do sentido da existência, o S∴S∵ adota um conceito direto e compreensível para os tempos atuais, servindo como ponto de partida: a pulsão pela singularidade. De início, um aspecto afeto-cognitivo essencial consiste em utilizar parâmetros que organizem a própria identidade junto aos iguais; estruturada essa base compartilhada, passa então a pulsar o desejo vivo pela individualidade.

Nesse percurso, encontram-se resíduos de aspectos descritos por Freud acerca da psique, bem como do Self na visão de Jung. Embora não esgote toda a complexidade do ser, essa pulsão atua como uma ferramenta didática concreta, auxiliando-nos a tratar de assuntos e operações transcendentais com clareza e aplicabilidade prática.

A Natureza das Coisas × Expectativa

A percepção acerca da natureza das coisas como um recurso afeto-cognitivo é uma ferramenta transcendental do S∴S∵. Nessa percepção há uma base extremamente pragmática, pois ela atua em uma das fontes de maior dor do ser humano: a expectativa e a ânsia de resultado. Quando se compreende a natureza das coisas e, preferencialmente, se possui compreensão acerca da própria natureza, forma-se um estado interno e externo que blinda a pessoa, preservando suas energias e sua essência, além de transmitir clareza acerca do que por vezes se atribui ao destino, a Deus, aos deuses, ao demônio, à sociedade, ao outro, etc.

A Assunção de Símbolos & Emulação S∴S∵

A Assunção de Símbolos assemelha-se em alguns aspectos ao psicodrama, em que se utilizam símbolos para obter estados desejáveis para operações transcendentais. Os símbolos empregados podem ser tanto primordiais quanto triviais. Um exemplo simples disso é o aumento da frequência cardíaca por meio de estados internos de imaginação: ao mentalizar sistematicamente a realização de uma atividade esportiva, embora a pessoa não esteja em movimento vigoroso, o sistema circulatório reage e eleva o ritmo cardíaco.

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O Lúdico, os Símbolos, a Gamificação e o Labor Sacro

Quando se fala de lúdico no Universo S∴S∵, a referência diz respeito a um estado que está mais próximo do natural no comportamento humano e no contexto em que se está inserido. Há conceitos que relacionam o ludens ao brincar e o faber ao trabalhar, constituindo um o contraponto do outro. Ao se falar de faber, está incutido o que não é espontâneo, enquanto no ludens há espaço para a espontaneidade.

Inclusive, verificam-se no comportamento humano alguns aspectos da pessoa ao estar em seu momento de lazer e entretenimento, tal como em jogos, onde alguns parecem se transformar. Porém, o que muitas vezes acontece é que, naquele contexto lúdico, a pessoa se mostra em seu estado mais próximo de sua real natureza. Então, ao falarmos de lúdico, faz-se correspondência com um contexto em que a pessoa está com as amarras afrouxadas ou mesmo desatadas, proporcionando um estado de maior correspondência com a própria essência.

Por vezes, algumas ações educacionais ocorrem de maneira lúdica, consolidando a noção de favorecer a aprendizagem em alguns níveis. Outra característica marcante do lúdico são os níveis de motivação, que geralmente estão ligados aos símbolos, gerando conceitos como aprender brincando e treinar brincando. Aprender e treinar são ações que podem ser tediosas e, por vezes, ineficazes devido à baixa motivação; porém, ao se colocar o aspecto lúdico, a motivação aumenta e a efetividade da ação se eleva. Nesse caso, perceba que o lúdico não é apenas brincadeira, pois diz respeito aos símbolos contidos, tal como a competição, que para algumas pessoas é algo muito sério. Ao se colocarem aspectos competitivos em atividades educacionais ou de treinamento, os níveis de motivação podem subir consideravelmente.

Avançando na complexidade, tal como a competição, a gamificação também pode gerar motivação, sendo lúdica e, ao mesmo tempo, mantendo níveis elevados de seriedade. No S∴S∵, a gamificação diz respeito a métodos que incitam a pessoa a ir além dos limites de seu comodismo, não necessariamente competindo com algo ou alguém. Essa gamificação funciona como uma remediação para se conviver com um aspecto que recebe muita atenção no sistema: o ideal de performance e produção. Alguns aspectos transcendentais surgem da necessidade, outros do ímpeto, podendo haver também os que surgem da vontade. Indiferente da origem, infelizmente o nosso formato social tende a entorpecer alguns aspectos da pessoa que, mesmo querendo algo, está condicionada a permanecer em sua zona de conforto e não consegue reagir. A gamificação serve como uma ação didática popularizada como usar o sistema contra o sistema, utilizando doses controladas do próprio ideal de performance e produção.

Por fim, no S∴S∵, essa gamificação, enquanto recurso didático, tende a ser voltada para o Labor Sacro. O Labor Sacro, em nosso sistema, refere-se a ações que são voltadas para a transcendência humana, aquilo que por vezes as pessoas querem, desejam e necessitam, mas não conseguem realizar devido aos condicionamentos que as mantêm presas à “zona de conforto”.

S∴S∵, Cálamo de Thoth & o Magistério da Consciência Humana

No Ecossistema Scriba Stellarum, há três linhas de ação explícitas: o próprio S∴S∵, o Cálamo de Thoth e o Magistério da Consciência Humana. O Scriba Stellarum abriga essas frentes, atuando como um hub que integra outros trabalhos autorais em uma mesma instituição.

Aprofundando nas definições, o Cálamo de Thoth diz respeito à prática da Escrita Criativa Transcendental, ao passo que o Magistério da Consciência Humana opera num âmbito mais idealista. Em suma, o S∴S∵ consolida a estrutura institucional, o Cálamo de Thoth foca na prática da escrita, e o Magistério da Consciência Humana desenvolve abordagens sistemáticas sobre as repercussões e transformações, olhando diretamente para os fenômenos desejáveis e replicáveis.

Por fim, para além dessas bases, existem camadas ainda mais profundas de atuação e linhas de ação, tais como a Ordo Thoth e as Escolas da Psiquê.

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Convite para o Projeto Scriba Stellarum | S∴S∵

O S∴S∵ está em constante produção, atuando inclusive no âmbito educacional e lúdico. Nesse sentido, seus materiais carregam camadas de conceitos e compreensões distribuídos também pelo viés do lazer e do entretenimento.

Conteúdos como este apresentam conceitos abordados de maneira lúdica: embora densos, desdobram-se em algo semelhante à gamificação, onde ideias por vezes tediosas são pulverizadas em formatos breves para as redes sociais, em contos e crônicas literárias, ou em chamados para camadas mais profundas. Aspectos culturais também são inseridos, gerando um ecossistema onde noções essenciais para a qualidade de vida tornam-se acessíveis e compreensíveis, mesmo para quem lida com a dispersão típica da rotina diária. Desse modo, sinta a atração para além do presente texto.

Desejamos que leitores e leitoras acolham este trabalho em seu formato próprio, que se mostra didaticamente organizado, mas distante das graças dos algoritmos e da publicidade pura. Nele, a interação com os conteúdos do S∴S∵ gera sinergia e continuidade, incidindo diretamente na consolidação de uma comunidade que aprecia a transcendência humana.


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